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Cenas de Viagem 1






















Estou com minha família viajando por esse Brazilzão. Agora escrevo de uma lan house em Itororó, sul da Bahia.

Cantando o Natal

Há 14 anos eu chegava na igreja da qual sou membro até hoje.
Eu tinha uns 12 anos naquela época e já gostava de cantar.
Começava naquele mesmo ano nesta igreja um movimento de propagação da vinda do Reino de Deus, usando o natal como pretexto, chamado Cantando o Natal.
Toda a igreja se reuniu em torno deste evento. Muitos estavam em polvorosa, num grande estado de nervos o pessoal do som, os instrumentistas, cantores, evangelistas, o povo do lanche, os que carregavam as cadeiras, ou mesmo os que apenas recebiam alguém.
Um grande coro de 100 ou mais vozes foi montado para cantar que Jesus havia vindo ao Mundo.
Nos ajeitávamos um tanto apertados, um tanto nervosos, um tanto emocionados na escadaria do templo da igreja (que fica em frente a uma praça) e cantávamos a mensagem do nascimento do ungido de Deus.
Hoje eu tenho 26 anos e ainda gosto de cantar.
Muita coisa e gente mudou, mas a mensagem continua a mesma.

Vamos cantar o natal amanhã, 19h00, na Praça Barão de Corumbá, 49, tijuca.
Se não puder vir acesse www.itacuruca.org.br. Será transmitido ao vivo.

Jesus e o Vinho

Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior;
tu, porém, guardaste o bom vinho até agora. (João 2:10)


Muitos crentes, com a melhor das intenções, pensam que o vinho da Bíblia não era fermentado ou alcoólico. Longe de ser verdade, esta ingenuidade é apenas um afastamento de dados reais provocado pelo excesso de pietismo de muitos de nós.

A afirmação de que o vinho alcoólico era bebido nas mesas do povo de Deus no antigo e no novo testamento, longe de nos encorajar ao alcoolismo, nos faz pensar que o crente possui (através do Espírito Santo) equilíbrio, a temperança e o domínio próprio para não se deixar embriagar. E é claro, sempre que necessário, a abstinência.

No texto de João capítulo 2, quando Jesus transforma a água em vinho, o evangelista escreve a palavra oinos, que em grego se refere ao vinho fermentado.

Jesus foi chamado, erroneamente pelos homens de sua época de comilão e beberrão (em oposição a João Batista). Na verdade ele preferia andar com a gente simples de seus dias do que com os fariseus.

Ele se alegrava com os seus.
Não foi alguém ausente.
Foi uma pessoa que viveu como nós, que comeu e bebeu como nós.
Fico feliz de saber que Cristo não mandou uma carta, ou uma mensagem de e-mail à humanidade. Nem mesmo um representante.

Ao contrário disso ele viveu junto conosco nossas alegrias e dores.

Isso nos mostra um Jesus humano, afinal cremos que nosso Senhor encarnado foi completamente homem e completamente Deus.

Noite de formatura

Foi uma festa grande e quem esteve por lá sabe o porquê.
Foi uma noite especial, um misto de despedida e de novos começos.
Foi uma bela lembrança dos últimos anos que passamos e juntos, também foi um vislumbre do futuro que nos espera.
Foi uma noite de perdão pois toda a diferença que tínhamos entre nós ficou pelo caminho.
Foi assim: emocionante e tranqüilo, muito solene e também alegre demais.
Quem foi sabe que aconteceu assim.
E agora cada qual segue sua senda sabendo que as coisas que virão trarão sobre cada um de nós a certeza do cuidado do nosso Deus que nunca falta.

Aleijadinho


Tive a feliz oportunidade de visitar hoje (ontem, dia 5) a exposição Aleijadinho e seu tempo - fé engenho e arte (hospedada no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro), um prato cheio e saboroso para os que amam o rico debate entre religião, arte e história.
O argumento da curadoria é muito bom e propõe ao visitante uma caminhada pelas obras do mestre mineiro com a presença do balizmento cronológico necessário para a compreenssão de sua extensa obra enquanto é envolvido por uma interessante e inusitada trilha sonora que, todavia, peca muitas vezes por anacronismo.
Entretanto a exposição está magnífica, contando com obras de outros artistas barrocos do século XVIII mineiro. Além disso conta-nos a história do surgimento das Minas Gerais de nossa terra berço de cidades que abrigaram as obras da mostra, sobretudo Vila Rica, Ouro Preto e Congonhas do Campo.
A homenagem a Antônio Francisco Lisboa alcunhado Aleijadinho - o gênio da escultura barroca no Brasil, mulato, filho bastardo de um proeminente arquiteto das Minas Gerais - foi feita pelo pessoal do CCBB com a majestade e bom gosto que sua obra merece. Destaque para a sala Passos da Paixão, no primeiro andar.
Vale conferir!




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